terça-feira, 13 de dezembro de 2011


“E de tanto fingir não se importar, ela acabou se perdendo. Ela sabia que não conseguiria esquecer, o que um dia significou tudo para ela. Mas ela tentava, juro que tentava. A certeza de que nada ficaria bem tomava conta de seu coração. Mas mesmo assim ela sorria. Já que é muito mais fácil colocar um sorriso falso no rosto, do que admitir que seu coração está partido.”

In the end, we only regret the chances we didn’t take, the relationships we were afraid to have & the decisions we waited too long to make.


“… Quero que você saiba que sempre será parte de mim. No tempo que passamos juntos, você conquistou um lugar especial no meu coração, que eu vou levar comigo para sempre e ninguém pode substituir… Mas, acima de tudo, você é o primeiro homem que amei verdadeiramente. E não importa o que o futuro traga, você sempre será, e sei que minha vida é melhor por causa disso.”

 {Querido John}

Se você vê um casal de criancinhas de mãos dadas e vermelhinhos, pode ter certeza de que se amam. Se você vê um casal de adolescentes, rindo ou abraçados, quer dizer que vão se proteger e cuidar um do outro até onde der. Se você ver um casal de adultos, eles podem até se amar…Mas podem estar juntos só pelo filho, pelo interesse, dinheiro, fama. Tanto faz. Mas se você vê um casal de idosos…Saiba que, eles passaram por muita coisa juntos. Agora aproveitam juntos. Em paz. E vocês ainda diziam que queriam ser adultos? Fase mais infeliz essa!

domingo, 16 de outubro de 2011






Certos capítulos da nossa vida a gente tem que fingir que nunca aconteceram e arrancar a página mesmo sem ter um ponto final. Se tiver que um dia dar certo a gente desamassa e cola.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Infância

Em comemoração ao dia das crianças, vou postar um vídeo que descreve minha infância. Espero que vocês gostem!


" O berço em que, adormecido, repousa um recém-nascido, sob o cortinado e o véu, parece que representa.
Para a mamãe que o acalenta, um pedacinho do céu. Que júbilo, quando, um dia, a criança principia, aos tombos, a engatinhar... Quando, agarrada às cadeiras, agita-se horas inteiras. Não sabendo caminhar!
Depois, a andar já começa, e pelos móveis tropeça, quer correr, vacila, cai... Depois, a boca entreabrindo, vai pouco a pouco sorrindo, dizendo: mamãe... papai...
Vai crescendo. Forte e bela, corre a casa, tagarela, tudo escuta, tudo vê... Fica esperta e inteligente... E dão-lhe, então, de presente uma carta de A.B.C."
 Olavo Bilac